Colecção Manuel de Brito

Manuel de Brito iniciou a sua actividade em 1964, quando numa sala adjacente à sua livraria no Campo Grande, em Lisboa, começou a mostrar obras de jovens artistas. Daí cresceu a Galeria 111, onde expuseram pela primeira vez nomes como António Palolo, Álvaro Lapa, Joaquim Bravo ou António Sena.
A colecção, que agora ficará por um período de 11 anos no Palácio Anjos, renovado pela Câmara Municipal de Oeiras, foi reunida por Brito, estando intrinsecamente ligada aos seus artistas e ao trabalho da sua galeria. Será continuada pelo seu filho Rui de Brito, que irá adquirir obras de artistas mais recentes e ainda não representados pela colecção. Segundo a historiadora de arte Raquel Henriques da Silva, a colecção "como já existe é absolutamente extraordinária".

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